Música e canto para a saúde

Da Redação, em 30/09/2013
 

A vida é musical. Antes de nascer, ouvimos o som das batidas do coração da mãe, depois, as canções de ninar, e então escolhemos uma música para marcar aquele romance, a fase de rebeldia, momentos de alegria ou tristeza. Ela mexe com nossos sentimentos, pode trazer bem-estar, equilíbrio e saúde – não é à toa que existe aquele ditado “quem canta seus males espanta”.

Música nos ajuda a expressar nossas emoções mais profundas e prepara nosso espírito para as mais diversas situações. E, quando canalizada corretamente, pode ser um importante instrumento para promover a saúde como um todo. Pode ser usada para melhorar a atenção, a capacidade de comunicação e expressão, de aprendizado, estimular a criatividade, além de melhorar também as relações pessoais, a saúde mental e a qualidade de vida. 

Experiência prática

Já dizia Platão: “Música é o remédio da alma.” Hoje, os benefícios da musicoterapia já são comprovados cientificamente. 
“A música interage de forma global e integrada, atingindo os níveis físicos, químicos e emocionais. Por meio dos sons podemos obter reações sensoriais, hormonais e fisiomotoras em graus mais ou menos elevados, de acordo com a experiência musical proposta”, explica Gisele Furusava, musicoterapeuta e psicoterapeuta corporal.

É fácil perceber que faz bem, mas, para aproveitar todos os benefícios para a saúde que ela pode proporcionar, é necessário o direcionamento correto. Esse é o papel do musicoterapeuta. Gisele cita que a terapia por meio da música e canto pode ser empregada no combate ao estresse, ansiedade, depressão, para o desenvolvimento ou recuperação de habilidades neurológicas, motoras ou cognitivas, como paralisias cerebrais, sequelas de AVC ou coma, entre outros.

Como é feita

A especialista explica que, antes de iniciar o processo, o musicoterapeuta aplica testes e faz um levantamento de todo o histórico sonoro-musical do paciente, desde a gestação até o momento presente, para compreender a relação do indivíduo com os sons e, assim, definir as técnicas que irá aplicar. “Segundo levantamento do musicoterapeuta Kenneth Bruscia, são 64 técnicas improvisacionais (fazer música, tocar instrumentos...) e 33 receptivas (ouvir música)”, diz Gisele. 

Música em hospitais

Há dez anos consecutivos, a Sanofi e a Associação Paulista de Medicina levam a hospitais públicos concertos gratuitos de música instrumental. Já foram realizadas mais de cem apresentações pela Orquestra do Limiar em diversas instituições hospitalares da capital paulista, interior de São Paulo e outras capitais como Recife, Salvador e Brasília. A música traz benefícios aos pacientes, que, mais calmos e felizes, respondem melhor aos tratamentos.
Para saber mais sobre o Música nos Hospitais acesse: http://bit.ly/nXiIDH
 
 
 
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