Artrite reumatoide e qualidade de vida
Da Redação 03/06/2011
Sim, é possível viver bem com a artrite reumatoide (AR)! Seguir à risca as orientações do seu médico ajuda a controlar a dor, reduz a evolução do problema e melhora a qualidade de vida de quem tem AR, possibilitando a realização de tarefas corriqueiras, como segurar uma colher ou varrer o chão. “Isso é possível por causa dos avanços no diagnóstico, nas práticas de combate e nos remédios antirreumáticos, que são desenvolvidos a partir de moléculas semelhantes a proteínas humanas”, afirma a reumatologista Tatiana Hasegawa, do Hospital Santa Cruz, em São Paulo.
Entre as atitudes que podem melhorar a qualidade de vida do paciente estão: visitar o reumatologista regularmente; buscar apoio psicológico; controlar o peso para diminuir o impacto das articulações (em especial nos quadris, joelhos e tornozelos); seguir uma dieta específica e praticar atividade física ou fisioterapia para trabalhar as articulações. Saiba mais sobre cada uma dessas atitudes, lembrando que nenhuma substitui a medicação indicada pelo médico, ok?
√ Dieta Quando rica em proteína e, principalmente, cálcio, diminui os efeitos da artrite reumatoide e auxilia na melhora dos ossos. São boas fontes de proteína peixe, frango, ovo, soja e lentilha; e de cálcio, os derivados do leite, espinafre e sardinha.
√ Ginástica É fato que a dor e a rigidez nas articulações levam o paciente a passar longe da academia, porém, isso pode resultar em perda da mobilidade e atrofia dos músculos. Para evitar que isso aconteça, é indicado praticar exercícios aeróbicos de baixo impacto, como hidroginástica, natação, caminhada e alongamento, pelo menos três vezes por semana.
√ Fisioterapia O ideal é começar logo que a doença for diagnosticada, pois aumenta a amplitude dos movimentos e evita a piora da função articular e atrofia muscular. “O fisioterapeuta também é capaz de orientar medidas para proteger as articulações, ensinar o paciente a não gastar tanta energia durante suas atividades diárias e evitar que a inflamação piore”, completa a reumatologista Tatiana Hasegawa.
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