Hipotireoidismo e o câncer de tireoide

Da Redação 12/05/2011

Estudos realizados pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontam aumento na incidência do câncer no Brasil, sendo que o de tireoide, mais comum em mulheres, principalmente acima de 45 anos, está na lista dos que mais cresceram nos últimos anos. “Ainda não se sabe exatamente por que isso acontece, mas sem dúvida a população está envelhecendo e tendo maior e melhor acesso ao sistema se saúde, e estamos usando bons métodos para o diagnóstico”, diz a endocrinologista Laura Sterian Ward, de Campinas (SP), presidente do departamento de tireoide da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). 

Dentre os fatores de risco estão a elevação do TSH (hormônio estimulador da tireoide), que é característico do hipotireoidismo; a ingestão de iodo presente principalmente no sal; e a radiação ionizante, a que as pessoas são submetidas ao realizar alguns exames e durante desastres nucleares.
 
Nada de pânico

De acordo com a SBEM, uma em cada 15 mulheres tem um ou vários nódulos na glândula tireoide. “Mas, ao contrário do que se pensa, 99% são lesões benignas e, portanto, sem risco de virar câncer ou necessidade de cirurgia. Além disso, a maioria dos nódulos não chega a um centímetro de diâmetro e não interfere na função da glândula. Já os nódulos cancerígenos são mais duros, crescem mais rapidamente, causam rouquidão e dor ao engolir e deixam os gânglios maiores”, diz Laura Sterian Ward. Em caso de suspeita, é muito importante procurar um endocrinologista, já que existem diferentes causas e tipos de nódulos. 

Procedimentos

Para ter um diagnóstico e então indicar o tratamento, o médico avalia os exames de sangue e a ultrassonografia. Se achar necessário, ele pode fazer ainda uma punção no nódulo, ou seja, por meio de uma agulha especial o seu conteúdo é aspirado e em seguida analisado. Regra geral, apenas as pessoas mais sensíveis recebem anestesia. Se o resultado apontar para um câncer, é feita a tireoidectomia, que remove parcial ou totalmente a glândula. Após a operação, a paciente recebe uma dose de iodo radioativo, para destruir qualquer vestígio do tumor, e passa a fazer reposição hormonal, podendo levar uma vida completamente normal.

Para saber mais acesse: www.mulhersemfalta.com.br
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