É preciso vacinar-se contra a gripe com a chegada do inverno?
Por Dra. Márcia Kelman 11/05/2011Uma vez tomada vacina, menos de 1% das pessoas apresenta efeitos colaterais, como possíveis alergias na pele ou asma. Já ficar “gripado” após a vacina é mito!
O que pode acontecer é a pessoa ser infectada por outros vírus que circulam na atmosfera, isto é, cria-se uma seleção dos vírus mais fortes, mais prováveis de contaminar as pessoas nesta época do ano, baseada no que ocorreu no ano anterior e/ou nos países mais frios do globo, onde o inverno vem antes do nosso (meses antes, e cria-se a vacina do ano). Daí que quem se vacina se protege das gripes “mais bravas”, mas não de todas. No entanto, isso é um alívio, porque as gripes que podem causar a morte são as mais fortes. A maioria das pessoas sobrevive facilmente às gripes mais comuns, com um pouco de repouso e hidratação.
No ano passado, o mundo não vivenciou grandes gripes. Dessa forma, neste ano não devemos esperar pelo pior.
Mas lembre-se: é preciso vacinar-se a tempo para que seu corpo esteja preparado e responda à vacina, ou seja, crie anticorpos, e isso pode levar algum tempo! Portanto, após indicação de seu médico para a vacina, corra para a clínica de vacinação entre março e abril de 2011.
Mas não se esqueça de que a vacina é apenas parte da prevenção, e talvez a menos importante! O principal é ter hábitos saudáveis durante o ano todo, como ingerir sempre frutas frescas, beber uma boa quantidade de água diariamente, ter sono regular e praticar exercícios físicos frequentemente. Assim, estaremos com a porta fechada para qualquer vírus e infecção!
Marcia Jablonka Kelman é médica, especialista em clínica médica pela Sociedade Brasileira de Clínica Médica. Especialista em homeopatia pela Escola Paulista de Homeopatia. Médica da Associação Nacional de Assistência ao Diabético. Médica do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein.
As opiniões emitidas nesta seção são de responsabilidade exclusiva dos colunistas, não representando a opinião da sanofi-aventis. As orientações não substituem, em hipótese alguma, a avaliação e recomendação de um médico de sua confiança, o único que poderá avaliar a sua saúde e indicar a melhor conduta para você. Consulte sempre o seu médico quando o assunto for saúde, tratamento e medicação.
NÃO TOME MEDICAMENTOS SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER
EXTREMAMENTE PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.
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