Não combinamos na cama. O que fazer?
Por Dra. Márcia Atik 07/04/2011No mundo apressado de hoje, buscamos cada vez mais resultados e metas, em todos os aspectos que trazem o desenvolvimento tecnológico e inovador cujos frutos colhemos. Mas é totalmente desestimulante e imprudente quando falamos em relações humanas em que as emoções permeiam e que não têm um modelo linear e satisfatório.
Digo isso pois sou totalmente contra as regras que tentam nos impor em aspectos de foro íntimo. Padrões que, na maioria das vezes, não nos dizem respeito.
O encontro perfeito se faz, de fato, quando a tônica é espontaneidade e o único senhor seja o desejo. Simples de falar, mas muito difícil de ser colocado em prática, pois isso significa nos despirmos de todas as crenças e preconceitos.
Sexo e prazer
Temos a obrigação e responsabilidade de construir nosso modelo de busca pelo prazer e realização sexual e afetiva. Portanto, eu creio que, como diz a terapeuta sexual inglesa Barbara keesling, “o sexo não tem que ser perfeito para ser satisfatório, o amor vai longe para preencher alguns espaços vazios”. E eu completo: entenda-se por amor projeto de vida, identificação e admiração.
Quando nos permitimos, os corpos se procuram e se completam, e essa satisfação é medida não apenas pela intensidade do orgasmo ou pela perfeição da performance, mas sim pela capacidade e pela igualdade de trocas entre os parceiros. E essa comunicação vai muito além das regras ou palavras. Ela exige que cada um vá ao encontro aberto à possibilidade de dar e receber.
As opiniões emitidas nesta seção são de responsabilidade exclusiva dos colunistas, não representando a opinião da sanofi-aventis. As orientações não substituem, em hipótese alguma, a avaliação e recomendação de um médico de sua confiança, o único que poderá avaliar a sua saúde e indicar a melhor conduta para você. Consulte sempre o seu médico quando o assunto for saúde, tratamento e medicação.
NÃO TOME MEDICAMENTOS SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER
EXTREMAMENTE PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.
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